Gripe OU Resfriado

O que é gripe?

A gripe é uma infecção causado pelo vírus da influenza. Apresenta como sintomatologia: febre, dor no corpo, dor de cabeça, tosse, dificuldade para respirar. Dependendo do estado imunológico, nutricional e até psicológico (stress) a infecção pode ser mais ou menos grave.

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Qual a diferença entre gripe e resfriado?

Ambas as doenças são transmitidas de pessoa para pessoa por gotículas respiratórias. O resfriado é causado por vários tipos de vírus e os sintomas são semelhantes ao da gripe variando também de leves a graves, dependendo da agressividade do vírus e do estado geral do paciente.

Não existe uma vacina especial para o resfriado porque existem centenas de vírus que podem causar a doença dificultando o desenvolvimento de uma vacina.

A gripe é causada pelo vírus da influenza que se subdivide em vários subtipos ou cepas que se renovam frequentemente, por isso é necessário atualizar a vacina anualmente com as cepas de vírus que estão circulando no momento.

O que fazer para evitar a gripe?

  • Tomar a vacina contra a gripe.
  • Lavar as mãos com frequência.
  • Evitar ambientes fechados e cheios de gente.
  • Evitar mudanças bruscas de temperatura.
  • Pessoas gripadas devem proteger a boca ao tossir ou espirrar.

A vacina protege contra todas as cepas do vírus?

A vacina, está programada para proteger contra os tipos de vírus da influenza que tem maior probabilidade de circular este ano no Hemisfério Sul. Quem define a composição da vacina é a Organização Mundial da Saúde que faz a vigilância da gripe em todo o mundo.

Quem tem prioridade para tomar a vacina no Posto de Saúde?

  • Crianças de 6 meses até os 5 anos.
  • Pessoas de qualquer idade que apresentem doenças crônicas como asma, diabetes, doença renal.
  • Profissionais da saúde, gestantes e pessoas acima de 60 anos.

Qualquer criança acima de 6 meses de idade pode receber a vacina. Já foi comprovado cientifica e estatisticamente que a vacinação de pessoas fora do grupo de risco é eficaz reduzindo faltas na escola e no trabalho.

Qual a eficácia da vacina?

A eficácia depende de vários fatores:

1. Se o vírus que irão circular são os definidos pela Organização Mundial da Saúde como os mais prováveis.
2. Idosos e pessoas com imunidade alterada podem apresentar uma eficácia menor.

Efeitos colaterais:

  • A vacina é de vírus inativado logo não causa gripe como reação.
  • Dor local, inchaço, hiperemia e febre podem ocorrer.

Contraindicações:

  • Deve-se evitar aplicar a vacina em qualquer pessoa que apresente febre ou algum quadro agudo (diarreia pneumonia, resfriado).
  • Crianças que apresentem reação alérgica grave ao ovo e pacientes em quimioterapia para câncer ou tomando remédios imunodepressores, devem consultar seu médico antes de tomarem a vacina.

Qual o esquema de vacinação?

Crianças menores de nove anos de idade que estejam se vacinando pela primeira vez recebem duas doses com um mês de intervalo (0,25 ml duas vezes). A dose para crianças de 6 meses a três anos é de 0,25 ml.

Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial da Sociedade Brasileira de Pediatria.

Campanha de vacinação contra o HPV 2016

O Colégio Bandeirantes, em parceria com a clínica Vacinar, está promovendo a 8.a campanha de vacinação contra o HPV para meninas (os) a partir de 9 anos. Além de sensibilizar e informar pais e alunos sobre os problemas decorrentes da infecção pelo HPV e a importância da vacinação, a campanha tem como objetivo vacinar as alunas e alunos do Ensino Médio e do Ensino Fundamental que se interessarem, mediante autorização dos pais ou responsáveis.

O esquema da Secretaria da Saúde (esquema estendido) consiste em vacinar meninas de 11 a 13 anos com três doses intramuscular da vacina com intervalos de: 0, 6 e 60 meses (5 anos).

O esquema preconizado pelo laboratório Merck Sharp & Dohme, produtor da vacina,(esquema padrão) e utilizado pela Clínica Vacinar consiste também em 3 doses mas com intervalo de: 0, 2 e 6 meses.

As alunas, que optarem pelo esquema padrão, poderão tomar a 1º e a 3º dose da vacina no posto de saúde e a 2º dose no colégio.

A Clínica Vacinar estará presente no Ambulatório do Colégio entre os dias 28 e 31 de março das 8 às 13:30 hs, para aplicar a primeira dose da vacina. As demais doses também serão oferecidas nas dependências da Escola, nos meses de maio e setembro.

Os pais interessados deverão preencher a autorização (clique aqui baixá-la) e encaminhá-la ao ambulatório do Colégio.

A seguir, informamos as etapas da vacinação (esquema padrão, sugerido pela Merck Sharp & Dohme) e respectivos valores:

  • A 1a dose: entre 28 e 31 de março de 2016.
  • A 2a dose: entre 17 e 20 de maio de 2016.
  • A 3a dose: entre 27 e 30 de setembro de 2016.

O valor da vacina é de R$ 360,00 por dose, parcelado em até 3 cheques (30, 60, 90s dias)    

Para receber cada dose da vacina, a aluna (o) deverá trazer sua carteira de vacinação e os cheques conforme explicados acima, os quais serão recebidos pelo próprio laboratório. À aluna (o) que não tiver sua carteira de vacinação em mãos, uma nova carteira será oferecida para que o controle das doses possa ser realizado. Lembramos que a vacinação incompleta pode não proporcionar proteção adequada contra o HPV. O horário de vacinação será das 8h às 13:30 hs.

Para maiores esclarecimentos, clique aqui para ler documento sobre os riscos da infecção pelo HPV e informações sobre a vacina.

Atenciosamente,

Dra Beatriz Salles Aguiar.
(Médica responsável pelo dep. Médico do Colégio Bandeirantes) – CRM: 20610

HPV aumenta casos de câncer de boca e garganta entre jovens

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São Paulo – Se há vinte anos os registros de câncer de boca e garganta eram quase que exclusivamente entre pessoas acima dos 50 anos, atualmente, um dado chama a atenção dos oncologistas: cada vez mais jovens – adultos até 40 anos – têm apresentados tumores malignos nessas partes do corpo. “A média etária de pessoas com câncer nessas áreas tem caído. Hoje em dia, atinge cerca de 30 a 40% de pessoas que não são tabagistas nem etilistas, e são mais jovens”, afirma o oncologista Luiz Paulo Kowalski, Diretor do Núcleo de Cabeça e Pescoço do Hospital A. C. Camargo.

De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), os cânceres de cavidade oral e orofaríngeo estão entre os dez tipos de maior incidência em homens brasileiros.

E, mesmo que o cigarro e o álcool ainda sejam suas principais causas, eles costumam exigir uma exposição prolongada para o desenvolvimento de um tumor – entre 15 e 30 anos de consumo.

Por isso, um outro fator de risco tem sido considerado pelos pesquisadores: o papiloma vírus, popularmente conhecido como HPV, que tem a capacidade de desenvolver um câncer em menos tempo.

“Com a queda do consumo do tabaco, esperávamos diminuir a incidência e a mortalidade do câncer, mas houve uma mudança de perfil. Está caindo o número de cânceres relacionados ao tabaco, devido às campanhas de controle, mas estão aumentando os casos relacionados ao HPV.” Pesquisadores apontam que, até 2030, o número de casos relacionados ao vírus deve superar os casos ligados ao tabaco nos Estados Unidos.

Um estudo atual, feito com orientação da bióloga e geneticista do A.C. Camargo e da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Sílvia Regina Rogatto, aponta que em casos de câncer de amídala a incidência do HPV cresceu de 25%, registrados há 20 anos, para 80%.

Em uma outra pesquisa, comandada por Kowalski, os médicos detectaram que 32% dos casos de câncer de boca em jovens adultos eram em portadores do vírus. Em pacientes acima de 50 anos, a presença do vírus foi detectada em apenas 8%.

Leia aqui a matéria completa (Exame.com).

Campanha de vacinação contra o HPV 2015

O Colégio Bandeirantes, em parceria com a clínica Vacinar, está promovendo a 7.a campanha de vacinação contra o HPV para meninas (os) a partir de 9 anos. Além de sensibilizar e informar pais e alunos sobre os problemas decorrentes da infecção pelo HPV e a importância da vacinação, a campanha tem como objetivo vacinar as alunas e alunos do Ensino Médio e do Ensino Fundamental que se interessarem, mediante autorização dos pais ou responsáveis.

O esquema da Secretaria da Saúde (esquema estendido) consiste em vacinar meninas de 11 a 13 anos com três doses intramuscular da vacina com intervalos de: 0, 6 e 60 meses (5 anos).

O esquema preconizado pelo laboratório Merck Sharp & Dohme, produtor da vacina,(esquema padrão) e utilizado pela Clínica Vacinar consiste também em 3 doses mas com intervalo de: 0, 2 e 6 meses.

As alunas, que optarem pelo esquema padrão, poderão tomar a 1º e a 3º dose da vacina no posto de saúde e a 2º dose no colégio.

A Clínica Vacinar estará presente no Ambulatório do Colégio entre os dias 24 e 27 de março de 2015, para aplicar a primeira dose da vacina. As demais doses também serão oferecidas nas dependências da Escola, nos meses de maio e setembro.

Os pais interessados deverão preencher a autorização (clique aqui baixá-la) e encaminhá-la ao ambulatório do Colégio.

A seguir, informamos as etapas da vacinação (esquema padrão, sugerido pela Merck Sharp & Dohme) e respectivos valores:

  • a dose: entre 24 e 27 de março de 2015
  • a dose: entre 26 e 29 de maio de 2015.
  • a dose: entre 06 e 09 de outubro de 2015.

O valor da vacina é de R$ 350,00 por dose, parcelado em até 3 cheques (30, 60, 90s dias)    

Para receber cada dose da vacina, a aluna (o) deverá trazer sua carteira de vacinação e os cheques conforme explicados acima, os quais serão recebidos pelo próprio laboratório. À aluna (o) que não tiver sua carteira de vacinação em mãos, uma nova carteira será oferecida para que o controle das doses possa ser realizado. Lembramos que a vacinação incompleta pode não proporcionar proteção adequada contra o HPV. O horário de vacinação será das 8h às 13h.

Para maiores esclarecimentos, clique aqui para ler documento sobre os riscos da infecção pelo HPV e informações sobre a vacina.

Atenciosamente,

Dra Beatriz Salles Aguiar
(Médica responsável pelo dep. Médico do Colégio Bandeirantes) – CRM: 20610

Vacina contra a gripe

O que é gripe?

A gripe é uma infecção causado pelo vírus da influenza. Apresenta como sintomatologia: febre, dor no corpo, dor de cabeça, tosse, dificuldade para respirar. Dependendo do estado imunológico, nutricional e até psicológico (stress) a infecção pode ser mais ou menos grave.

Qual a diferença entre gripe e resfriado?

Ambas as doenças são transmitidas de pessoa para pessoa por gotículas respiratórias. O resfriado é causado por vários tipos de vírus e os sintomas são semelhantes ao da gripe variando também de leves a graves, dependendo da agressividade do vírus e do estado geral do paciente.

Não existe uma vacina especial para o resfriado porque existem centenas de vírus que podem causar a doença dificultando o desenvolvimento de uma vacina.

A gripe é causada pelo vírus da influenza que se subdivide em vários subtipos ou cepas que se renovam frequentemente, por isso é necessário atualizar a vacina anualmente com as cepas de vírus que estão circulando no momento.

O que fazer para evitar a gripe?

  • Tomar a vacina contra a gripe.
  • Lavar as mãos com frequência.
  • Evitar ambientes fechados e cheios de gente.
  • Evitar mudanças bruscas de temperatura.
  • Pessoas gripadas devem proteger a boca ao tossir ou espirrar.

A vacina protege contra todas as cepas do vírus?

A vacina este ano, está programada para proteger contra os tipos de vírus da influenza que tem maior probabilidade de circular este ano no Hemisfério Sul. Quem define a composição da vacina e a Organização Mundial da Saúde que faz a vigilância da gripe em todo o mundo.

Quem pode tomar a vacina no Posto de Saúde?

  • Crianças de 6 meses até os 4 anos, 11 meses e 29 dias (5 anos incompletos).
  • Pessoas de qualquer idade que apresentem doenças crônicas como asma, diabetes, doença renal.
  • Profissionais da saúde, gestantes e pessoas acima de 60 anos.

Qualquer pessoa acima de 6 meses de idade pode receber a vacina em Clinicas de Vacinação. Já foi comprovado cientifica e estatisticamente que a vacinação de pessoas fora do grupo de risco é eficaz reduzindo faltas na escola e no trabalho.

Qual a eficácia da vacina?

A eficácia depende de vários fatores:

  1. Se o vírus que irão circular são os definidos pela Organização Mundial da Saúde como os mais prováveis.
  2. Idosos e pessoas com imunidade alterada podem apresentar uma eficácia menor.

Efeitos colaterais:

  • A vacina é de vírus inativado logo não causa gripe como reação.
  • Dor local, inchaço, hiperemia e febre podem ocorrer.

Contraindicações:

  • Deve-se evitar aplicar a vacina em qualquer pessoa que apresente febre ou algum quadro agudo (diarreia pneumonia, resfriado).
  • Crianças que apresentem reação alérgica grave ao ovo e pacientes em quimioterapia para câncer ou tomando remédios imunodepressores, devem consultar seu médico antes de tomarem a vacina.

Qual o esquema de vacinação?

Crianças menores de nove anos de idade que estejam se vacinando pela primeira vez recebem duas doses com um mês de intervalo (0,25 ml duas vezes). A dose para crianças de 6 meses a três anos é de 0,25 ml.

Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial da Sociedade Brasileira de Pediatria.

2.a e 3.a dose da vacina contra HPV

No dia 06/10/2014, a Secretaria de Saúde estará realizando a 2.a dose de vacina contra o HPV, para as alunas de 11 a 13 anos gratuitamente.

No horário das 8 às 17 horas. Nos dias 07, 08, 09 e 10 de outubro/2014, estará sendo realizada a 3.a dose de vacina contra o HPV.

Para os alunos (meninos e meninas) a partir de 09 anos, no Ambulatório do Colégio Bandeirantes em parceria com a Clínica Vacinar. No horário das 8 às 13 horas. Mantendo o valor de R$ 330,00 podendo ser parcelado em 4 cheques.