Campanha de vacinação contra o HPV (2017)

Prezados Pais,

O Colégio Bandeirantes, em parceria com a clínica Vacinar, está promovendo uma nova campanha de vacinação contra o HPV. Além de sensibilizar e informar pais e alunos sobre os problemas decorrentes da infecção pelo HPV e a importância da vacinação, a campanha tem como objetivo vacinar as alunas e alunos do Ensino Médio e do Ensino Fundamental que se interessarem, mediante autorização dos pais ou responsáveis.

Estudos demonstraram que 2 doses da vacina na faixa etária entre 9 e 14 anos induziam níveis protetores superiores aqueles desenvolvidos pelos maiores de 15 anos que receberam 3 doses.

Diante disto, o CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos) recomendou a mudança do esquema vacinal, na faixa etária referida, para 2 doses com intervalo de 6 meses entre as duas. Os alunos com mais de 15 anos continuaram a tomar 3 doses, com intervalo de 0, 2 e 6 meses.

A clínica Vacinar estará presente no ambulatório do Colégio, entre os dias 28 a 31 de março de 2017, para aplicar a primeira dose da vacina. A segunda dose também será oferecida nas dependências da Escola, no mês de maio dias 29, 30, e 31 para alunos acima de 15 anos e a 3ª ou 2ª dose em setembro entre os dias 26 a 29/09.

Os pais interessados deverão preencher a autorização (em anexo) e encaminhá-la ao ambulatório do Colégio.

O valor da vacina é de R$ 380,00 por dose, parcelado em até 3 cheques (30, 60 e 90 dias)    

Para receber cada dose da vacina, a aluna (o) deverá trazer sua carteira de vacinação e os cheques citados conforme explicados acima, os quais serão recebidos pelo próprio laboratório. A aluna(o) que não tiver sua carteira de vacinação em mãos, uma nova carteira será oferecida para que o controle das doses possa ser realizado. Lembramos que a vacinação incompleta pode não proporcionar proteção adequada contra o HPV. O horário de vacinação será das 8h às 13h.

Para maiores esclarecimentos, clique aqui para ler documento sobre os riscos da infecção pelo HPV e informações sobre a vacina.

Atenciosamente,

Dr.a Beatriz Salles Aguiar
(Médica responsável pelo dep. Médico do Colégio Bandeirantes) – CRM: 20610

Gripe H1N1

h1n1

Uma pessoa diagnosticada com gripe H1N1 deve permanecer em casa, afastado do trabalho ou da escola, e evitar locais com acúmulo de pessoas. Repouso e manter boa hidratação são duas dicas importantes para garantir a recuperação.

A principal complicação decorrente de gripe H1N1 consiste em crises de insuficiência respiratória, que podem levar o paciente a óbito se não forem tratadas imediatamente e em caráter de urgência.

Prevenção

A prevenção de gripe H1N1 segue as mesmas diretrizes da prevenção de qualquer tipo de gripe, só que o cuidado deve ser redobrado:

  • Evite manter contato muito próximo com uma pessoa que esteja infectada
  • Lave sempre as mãos com água e sabão e evite levar as mãos ao rosto e, principalmente, à boca
  • Leve sempre um frasco com álcool-gel para garantir que as mãos sempre estejam esterilizadas
  • Mantenha hábitos saudáveis. Alimente-se bem e coma bastante verduras e frutas. Beba bastante água
  • Não compartilhe utensílios de uso pessoal, como toalhas, copos, talheres e travesseiros
  • Se achar necessário, utilize uma máscara para proteger-se de gotículas infectadas que possam estar no ar
  • Evite frequentar locais fechados ou com muitas pessoas
  • Verifique com um médico se há necessidade de tomar a vacina que já está disponível contra a gripe H1N1.

Comparação entre sintomas da gripe H1N1 e Resfriado

Sintomas Gripe Resfriado
Início súbito dos sintomas Sim Não
Febre elevada e persistente (acima de 38 graus) Sim Não
Tosse (com secreção/muco) Não Sim (dependendo do vírus, mas não é comum)
Tosse seca Sim Não
Dor de cabeça Sim Sim (leve)
Dor muscular Sim Sim (leve)
Fadiga, mal-estar Sim Não
Congestão nasal Sim Sim
Espirros Não Sim
Dor de garganta Sim Sim (leve)
Dor no peito Sim (em casos de complicação) Não

 

Caxumba

Srs pais,

Estamos tendo alguns casos de caxumba na escola. Em caso de suspeita da doença, favor levar o aluno ao médico para confirmar o diagnóstico, e não mandá-lo para a escola.

A caxumba é uma doença infecciosa causada por um vírus que provoca inflamação nas glândulas parótidas, podendo também atingir as glândulas salivares sub mandibulares e sublinguais.

caxumba

Embora seja uma enfermidade geralmente de evolução benigna em alguns casos podem ocorrer complicações como inflamação do ovário e dos testículos, que podem resultar em esterilidade.

O período de incubação varia de 2 a 3 semanas. A transmissão ocorre pelo contato direto com as secreções das vias aéreas superiores da pessoa infectada, a partir de 2 dias antes até 9 dias após o início dos sintomas. Geralmente, após a doença a imunidade é permanente. No entanto se a infecção ocorreu apenas de um lado, o outro pode ser afetado em outra ocasião.

Sintomas

  • inchaço e dor nas glândulas salivares inflamadas, dores musculares e para engolir, febre e mal-estar.
  • os seguintes sintomas sugerem complicação da doença e necessidade de assistência médica:
    – Dor e inchaço nos testículos ou na região dos ovários.
    – Dor no abdome superior, náuseas e vômitos.
    – Dor de cabeça, rigidez de nuca e prostração.

Diagnóstico

Basicamente é clínico.

Tratamento

Não existe tratamento específico. A doença é auto limitada e o tratamento é sintomático com analgésicos e antitérmicos. O paciente deve permanecer em casa e em repouso relativo enquanto durar a infecção.

Vacinação

Geralmente associada às vacinas contra sarampo e rubéola (vacina tríplice viral). A primeira dose deve ser administrada com 12 meses e a segunda, ente 4 a 6 anos.

Recomendações

  • repouso até o desaparecimento dos sintomas.
  • alimentação líquida ou pastosa (é mais fácil de engolir.)
  • exceção feita as pessoas imunodeprimidas e às gestantes, adultos que não foram vacinados e não tiveram a doença devem ser vacinados.
  • crianças e adolescentes que não tomaram a segunda dose da vacina devem ser vacinados.

Gripe OU Resfriado

O que é gripe?

A gripe é uma infecção causado pelo vírus da influenza. Apresenta como sintomatologia: febre, dor no corpo, dor de cabeça, tosse, dificuldade para respirar. Dependendo do estado imunológico, nutricional e até psicológico (stress) a infecção pode ser mais ou menos grave.

vacina-anual-contra-a-gripe

Qual a diferença entre gripe e resfriado?

Ambas as doenças são transmitidas de pessoa para pessoa por gotículas respiratórias. O resfriado é causado por vários tipos de vírus e os sintomas são semelhantes ao da gripe variando também de leves a graves, dependendo da agressividade do vírus e do estado geral do paciente.

Não existe uma vacina especial para o resfriado porque existem centenas de vírus que podem causar a doença dificultando o desenvolvimento de uma vacina.

A gripe é causada pelo vírus da influenza que se subdivide em vários subtipos ou cepas que se renovam frequentemente, por isso é necessário atualizar a vacina anualmente com as cepas de vírus que estão circulando no momento.

O que fazer para evitar a gripe?

  • Tomar a vacina contra a gripe.
  • Lavar as mãos com frequência.
  • Evitar ambientes fechados e cheios de gente.
  • Evitar mudanças bruscas de temperatura.
  • Pessoas gripadas devem proteger a boca ao tossir ou espirrar.

A vacina protege contra todas as cepas do vírus?

A vacina, está programada para proteger contra os tipos de vírus da influenza que tem maior probabilidade de circular este ano no Hemisfério Sul. Quem define a composição da vacina é a Organização Mundial da Saúde que faz a vigilância da gripe em todo o mundo.

Quem tem prioridade para tomar a vacina no Posto de Saúde?

  • Crianças de 6 meses até os 5 anos.
  • Pessoas de qualquer idade que apresentem doenças crônicas como asma, diabetes, doença renal.
  • Profissionais da saúde, gestantes e pessoas acima de 60 anos.

Qualquer criança acima de 6 meses de idade pode receber a vacina. Já foi comprovado cientifica e estatisticamente que a vacinação de pessoas fora do grupo de risco é eficaz reduzindo faltas na escola e no trabalho.

Qual a eficácia da vacina?

A eficácia depende de vários fatores:

1. Se o vírus que irão circular são os definidos pela Organização Mundial da Saúde como os mais prováveis.
2. Idosos e pessoas com imunidade alterada podem apresentar uma eficácia menor.

Efeitos colaterais:

  • A vacina é de vírus inativado logo não causa gripe como reação.
  • Dor local, inchaço, hiperemia e febre podem ocorrer.

Contraindicações:

  • Deve-se evitar aplicar a vacina em qualquer pessoa que apresente febre ou algum quadro agudo (diarreia pneumonia, resfriado).
  • Crianças que apresentem reação alérgica grave ao ovo e pacientes em quimioterapia para câncer ou tomando remédios imunodepressores, devem consultar seu médico antes de tomarem a vacina.

Qual o esquema de vacinação?

Crianças menores de nove anos de idade que estejam se vacinando pela primeira vez recebem duas doses com um mês de intervalo (0,25 ml duas vezes). A dose para crianças de 6 meses a três anos é de 0,25 ml.

Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial da Sociedade Brasileira de Pediatria.

Campanha de vacinação contra o HPV 2016

O Colégio Bandeirantes, em parceria com a clínica Vacinar, está promovendo a 8.a campanha de vacinação contra o HPV para meninas (os) a partir de 9 anos. Além de sensibilizar e informar pais e alunos sobre os problemas decorrentes da infecção pelo HPV e a importância da vacinação, a campanha tem como objetivo vacinar as alunas e alunos do Ensino Médio e do Ensino Fundamental que se interessarem, mediante autorização dos pais ou responsáveis.

O esquema da Secretaria da Saúde (esquema estendido) consiste em vacinar meninas de 11 a 13 anos com três doses intramuscular da vacina com intervalos de: 0, 6 e 60 meses (5 anos).

O esquema preconizado pelo laboratório Merck Sharp & Dohme, produtor da vacina,(esquema padrão) e utilizado pela Clínica Vacinar consiste também em 3 doses mas com intervalo de: 0, 2 e 6 meses.

As alunas, que optarem pelo esquema padrão, poderão tomar a 1º e a 3º dose da vacina no posto de saúde e a 2º dose no colégio.

A Clínica Vacinar estará presente no Ambulatório do Colégio entre os dias 28 e 31 de março das 8 às 13:30 hs, para aplicar a primeira dose da vacina. As demais doses também serão oferecidas nas dependências da Escola, nos meses de maio e setembro.

Os pais interessados deverão preencher a autorização (clique aqui baixá-la) e encaminhá-la ao ambulatório do Colégio.

A seguir, informamos as etapas da vacinação (esquema padrão, sugerido pela Merck Sharp & Dohme) e respectivos valores:

  • A 1a dose: entre 28 e 31 de março de 2016.
  • A 2a dose: entre 17 e 20 de maio de 2016.
  • A 3a dose: entre 27 e 30 de setembro de 2016.

O valor da vacina é de R$ 360,00 por dose, parcelado em até 3 cheques (30, 60, 90s dias)    

Para receber cada dose da vacina, a aluna (o) deverá trazer sua carteira de vacinação e os cheques conforme explicados acima, os quais serão recebidos pelo próprio laboratório. À aluna (o) que não tiver sua carteira de vacinação em mãos, uma nova carteira será oferecida para que o controle das doses possa ser realizado. Lembramos que a vacinação incompleta pode não proporcionar proteção adequada contra o HPV. O horário de vacinação será das 8h às 13:30 hs.

Para maiores esclarecimentos, clique aqui para ler documento sobre os riscos da infecção pelo HPV e informações sobre a vacina.

Atenciosamente,

Dra Beatriz Salles Aguiar.
(Médica responsável pelo dep. Médico do Colégio Bandeirantes) – CRM: 20610

HPV aumenta casos de câncer de boca e garganta entre jovens

size_810_16_9_vacina-hpv-1
São Paulo – Se há vinte anos os registros de câncer de boca e garganta eram quase que exclusivamente entre pessoas acima dos 50 anos, atualmente, um dado chama a atenção dos oncologistas: cada vez mais jovens – adultos até 40 anos – têm apresentados tumores malignos nessas partes do corpo. “A média etária de pessoas com câncer nessas áreas tem caído. Hoje em dia, atinge cerca de 30 a 40% de pessoas que não são tabagistas nem etilistas, e são mais jovens”, afirma o oncologista Luiz Paulo Kowalski, Diretor do Núcleo de Cabeça e Pescoço do Hospital A. C. Camargo.

De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), os cânceres de cavidade oral e orofaríngeo estão entre os dez tipos de maior incidência em homens brasileiros.

E, mesmo que o cigarro e o álcool ainda sejam suas principais causas, eles costumam exigir uma exposição prolongada para o desenvolvimento de um tumor – entre 15 e 30 anos de consumo.

Por isso, um outro fator de risco tem sido considerado pelos pesquisadores: o papiloma vírus, popularmente conhecido como HPV, que tem a capacidade de desenvolver um câncer em menos tempo.

“Com a queda do consumo do tabaco, esperávamos diminuir a incidência e a mortalidade do câncer, mas houve uma mudança de perfil. Está caindo o número de cânceres relacionados ao tabaco, devido às campanhas de controle, mas estão aumentando os casos relacionados ao HPV.” Pesquisadores apontam que, até 2030, o número de casos relacionados ao vírus deve superar os casos ligados ao tabaco nos Estados Unidos.

Um estudo atual, feito com orientação da bióloga e geneticista do A.C. Camargo e da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Sílvia Regina Rogatto, aponta que em casos de câncer de amídala a incidência do HPV cresceu de 25%, registrados há 20 anos, para 80%.

Em uma outra pesquisa, comandada por Kowalski, os médicos detectaram que 32% dos casos de câncer de boca em jovens adultos eram em portadores do vírus. Em pacientes acima de 50 anos, a presença do vírus foi detectada em apenas 8%.

Leia aqui a matéria completa (Exame.com).